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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A FAMÍLIA E A CRISE DE AUTORIDADE



                 A questão da autoridade em nossos dias está muito desgastada. O tema sofre do uso excessivo e da sua má aplicação. O mau exemplo vem de cima e as bases se rebelam quando são obrigadas a se submeter a códigos de lei e de conduta que as próprias autoridades se incumbem de menosprezar. Este menoscabo é nocivo para todos, pois se instaura um sistema de "bang-bang" em que cada um faz a sua própria lei.
                Na vida pública, a questão da autoridade é regulada pelos códigos de conduta e pelos direitos do cidadão. A cidadania está mais valorizada hoje em dia, porém, nem todos conhecem os seus direitos e deles fazem uso. Dentre os direitos do cidadão, por exemplo, está o Direito de intocabilidade do corpo. Quando qualquer autoridade usa de formas de coação, tortura ou tratamentos degradantes para com o cidadão, ela incorre em algo que é preceituado por lei, chamado de abuso de autoridade, passando a estar sujeita às penas previstas.
                Na família, vivem-se os dois extremos da questão: frouxidão ou excesso de autoridade. Laissez-faire ou autoritarismo. E com isso, quem sempre sai perdendo são os filhos que se criam sem orientações balizadoras para uma boa conduta social.
                                    
                                          "Ensina o menino no caminho em que deve andar"

Um comentário:

  1. A Paz...Em nossos dias cada vez mais o assunto FAMÍLIA tem ficado em sugundo plano,sim temos tido tantos a fazeres os muitos compromissos enfim, o tempo passou e a famíla também. Vedadeiramente precisamos do socorro de Deus, buscar formas e direção para renovar as vidas de nossos lares....Em minha casa no meu lar preciso do Socorro divino, sei que o Senhor já esta trabalhando em nossas vidas e é preciso que a entrega seja total e voluntária.
    Me sinto alegre de conhecer este tão rico trabalho, estou colhendo frutos para melhor aplicação e manuseio dentro de minha casa....certo que voltarei Grato.

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